Quatro histórias sociais no formato que o método pede: uma frase por página, escritas em primeira pessoa, para ler junto na hora calma — nunca no meio da crise. E com um cuidado raro: duas das quatro não abrem num problema, elas aplaudem o que a criança já faz. "Eu sei esperar a minha vez" devolve à criança o que ela já consegue antes de pedir mais; "Coisas que eu já sei fazer" é aplauso puro, sem nenhuma frase de treino — existe para a criança descobrir que história social não é o papel que aparece quando ela erra. As outras duas descrevem situações difíceis: "Quando eu erro" (errar é normal e tem conserto) e "O recreio" (o barulho, o tempo, o sinal — o momento mais imprevisível do dia). O caderno abre com uma página para o professor com os sete pontos que separam uma história social de um cartaz de regra: descrever mais do que mandar, falar em "eu" e nunca em "você", tudo ao pé da letra. E um lembrete importante: não precisa de laudo para usar. Cada história indica quantas frases descrevem e quantas orientam. Imprima, leia com a criança várias vezes na hora tranquila e, se ajudar, corte as páginas para mostrar uma de cada vez.
1É indicado para crianças de 4-11 anos, e você pode adaptar à realidade da sua turma.
Sim, foi produzido segundo a BNCC e as boas práticas pedagógicas para a etapa indicada.
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Sim. É pronto para imprimir e serve para o professor em sala, no AEE ou para a família em casa.