Um material honesto sobre Braille para levar à sala comum: a tabela vem da Grafia Braille para a Língua Portuguesa (MEC, 3ª edição, 2018), e o arquivo confere cada célula contra o documento oficial — porque ponto não tem "mais ou menos". A página "Para o professor" resolve as dúvidas que costumam derrubar as tabelas da internet: a célula é uma só, com seis pontos numerados; Braille não é uma língua, é um jeito de escrever o português; e "a" e "1" são a mesma célula — o que muda é o sinal de número na frente dela. O guia também é claro sobre o alcance da folha: ela serve para a turma que enxerga entender o que o colega lê; para o aluno cego, o material precisa sair em relevo. Há ainda uma explicação franca de por que o alfabeto de Libras não entrou (e onde encontrá-lo, no INES), além de três atividades para fazer com a turma. Imprima e use numa aula sobre inclusão — a capa já rende a primeira descoberta: as células que dizem "pluma".
1É indicado para crianças de 6-11 anos, e você pode adaptar à realidade da sua turma.
Sim, foi produzido segundo a BNCC e as boas práticas pedagógicas para a etapa indicada.
É gratuito: crie sua conta grátis na Pluma e baixe o PDF pronto para imprimir.
Sim. É pronto para imprimir e serve para o professor em sala, no AEE ou para a família em casa.